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Sultans of Swing: realidade e imaginação

Sultans of Swing, do Dire Straits, é um dos hinos da minha geração (como me sinto velho ao escrever isso). Apesar de ser de 1978, foi sábia e cirurgicamente inserida no LP "Money for Nothing", de 1988, onde a escutei pela primeira vez. No verão de 1989 acordei de um porre homérico (crianças, não bebam, faz mal para a saúde) no sofá da casa de um amigo do meu primo Guto (acho que era do Capelasso) com o Mark Knopfler dedilhando o solo de Sultans e, por alguma razão transcendental, desde então associo a música com "ressureição".

No final da década de 1980 fiz a estupidez de vender meus LPs para comprar tudo em CD e um dos primeiros da fila foi justamente Alchemy, o duplo ao vivo dos caras gravado em Londres. Gasto este CD há mais de 20 anos e sempre que escuto a "virada" do solo de Sultans imagino uma banda compenetradíssima, executando cada nota com toda paixão e maestria como se estivessem oferecendo um sacrifício aos deuses do rock. Algo verdadeiramente épico.

Hoje, enquanto fazia meu passeio matinal com a Nina, estava ouvindo a Kiss FM e tocou Sultans of Swing. Ao voltar para casa, fui ver se no YouTube tinha alguma coisa do Alchemy. Claro que tinha.



Até que o Mark Knopfler não compromete, mas o baixo e o guitarra base... Vou ficar com o "filme" que sempre passou na minha cabeça. É muito mais bacana do que este.

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