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A vida dura de uma bagagem

O Paulão acionou a Japan Airlines por terem praticamente destruído a mala dele depois de uma viagem a NY. Não vi a dita cuja, mas pelo relato dele mais parecia que ela tinha enfrentado 5 ataques terroristas, 3 terremotos e 1 tsunami. No curso do processo a JAL pediu concordata e ele acabou entrando num concurso de credores lá na terra do Sol Nascente. Aliás, o formulário em japonês que eles mandaram para preencher é algo do tipo, "tem certeza de que você vai querer mesmo a indenização?". Mas como sou fluente na língua do Savamu (mentira, é claro) ele conseguiu preencher toda a papelada e um dia, quem sabe, receberá seus merecidos ienes.

O curioso é que esse episódio não é a excessão e sim a regra, principalmente em vôos internacionais. Hoje em dia, se você despacha uma mala, pode ter a certeza de que ela NÃO chegará sã e salva no destino. Significando que além de pagarmos tarifas altíssimas, termos que enfrentar filas intermináveis de check-in, funcionários despreparados, overbooking, atrasos homéricos e assentos dignos de sardinhas enlatadas, ainda colocam na "nossa conta" o preço de uma mala nova a cada viagem.

Portanto, se quando acontecer algo parecido com você, meta um processo nessa turma, nem que seja só para a empresa aérea gastar com honorários advocatícios.



Via Sedentário & Hiperativo (Favoritos).

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